sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

 Os alunos de PLNM elaboraram postais de Natal com mensagens em Português e na sua Língua Materna para oferecerem aos seus familiares. 




















quarta-feira, 30 de novembro de 2022

A Joana Rosa do 7º B é a atual vencedora do desafio de conjugação online, em francês!

A Joana ficou em 5º (de 50)!!!

A bandeira não acompanhou o nosso entusiasmo, deveria ser a portuguesa.

 

sábado, 29 de outubro de 2022

 

Olá portugueses(as), sou eu novamente, a Júlia.

Vim de novo abordar outro assunto: Poppy Playtime.

Para quem não sabe, Poppy Playtime é um jogo de terror, que não é adequado para menores de 16 anos. Até parece fofinho no início, mas depois vem o PIOR DOS PIORES: assusta o jogador de forma repentina quando este se depara com um brinquedo gigante. O personagem principal do jogo é Huggy Wuggy, um brinquedo que procura vingar-se por ter sido esquecido dentro da fábrica onde vive há 10 anos. O jogador navega através da visão de uma pessoa que deve resolver quebra-cabeças, alguns exigindo um aparelho chamado GrabPack, para progredir, evitando vários inimigos.

Queria só aconselhar os pais a não deixarem os seus filhos jogar/ver este jogo, porque já causou diversas mortes, como por exemplo no Brasil, e o seu conteúdo pode gerar medo, ansiedade, pesadelos, insónias, etc. Muitas crianças repetiram o indício de Huggy Wuggy: “ABRAÇAR ATÉ SUFOCAR!”, por vezes fatal. Portanto, queria avisar os pais para terem um cuidado extra para com os filhos, em relação ao que os mesmos jogam/veem, pois pode provocar mal-estar psicológico e ninguém quer isso, certo? 

Caso não saibam, os jogos têm um PEGI, que recomenda a idade apropriada para cada jogo. Por exemplo, um jogo com PEGI 7 indica que o jogo é adequado a crianças de 7 ou mais de 7 anos, portanto devem ter essa idade mínima para poderem utilizar esse jogo.

Pais, estejam presentes nas decisões dos vossos filhos, para que eles sejam felizes e tenham um futuro saudável.

Júlia Gaspar, 6.º F

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Dia Mundial dos Animais

 



Caros(as) portugueses(as),

Eu sou a Júlia, tenho 11 anos e moro no concelho de Arouca, e eu queria abordar um tema que me deixa desconfortável: abuso de animais.

Eu recentemente vi no Youtube uma conta que publicava vários vídeos de animais a serem abusados. O resto dos vídeos passavam-se num jogo, mas, via-se o ódio que a pessoa (o dono da conta) tinha nos animais. E o que o Youtube fez? NADA!! SIMPLESMENTE NADA!!! E é isso que me deixa mais desconfortável ainda.

Youtube, vocês deveriam ter mais cuidado com o conteúdo que as pessoas publicam, porque aparecem cenas demasiado violentas/ sangrentas para menores de 18 anos.

Quero com isto informar os pais de crianças e adolescentes para terem mais cuidado com o que os vossos filhos vêm, porque muitas vezes tentam reproduzir esses vídeos, sendo que, em muitos casos, as crianças são tão jovens que nem sabem o que é o certo e o errado. Também acontece ver nestes vídeos os seus ídolos, achando engraçado fazer estas maldades. Isso traz violência aos jovens sem necessidade nenhuma, já vivemos num mundo cruel, e não é preciso piorar.

Para os pais, incentivem o bem e a tolerância e não o mal e a violência.

Espero que este artigo promova o bem-estar físico e psicológico de todos, incluindo o dos animais.

Agradeço a atenção,

Júlia Gaspar, 6.º F









sábado, 17 de setembro de 2022

terça-feira, 24 de maio de 2022

quinta-feira, 5 de maio de 2022

 DAC project - 11.º C

What it feels like to be a teenager...




                                       https://padlet.com/rosariomartins1/vtt5qqbn2tmjuoeg

 DAC project - 11.º B

When I look at the Ocean...



 DAC project - 11.ºA

Poverty insights


                                       https://padlet.com/rosariomartins1/q6rfh0ettmxxr9xo

terça-feira, 12 de abril de 2022

       Foi proposto aos alunos do 8º ano um final diferente do conto estudado em aula, «Saga», de Sophia de Mello  Breyner Andresen. Eis dois exemplares:


“Durante seis dias, Hans sereno e consciente pareceu resistir.” Os medicamentos que lhe foram receitados estavam a fazer o efeito pretendido pelas enfermeiras. Agora podia caminhar normalmente, mas não poderia gerir o negócio, pois estava velho. Ele tinha que passar a sua responsabilidade para o seu filho mais velho.

             E assim foi. Logo que o rapaz assinou o contrato, começou uma nova hierarquia. Realizou-se uma festa para comemorar: família e amigos divertiam-se ao ouvir música tradicional, toda a gente estava feliz, menos Hans. Claro que se sentia orgulhoso pelo filho, mas sentia um vazio que o incomodava, ele precisava de voltar Vig.

            Pediu ao filho que o levasse à sua terra natal, o quanto antes. Dias depois, Hans, partiu para Vig, levando Joana, pois foi a quem confessou que o mar era o caminho para casa dele. Assim que chegaram, Hans não perdeu tempo a reencontrar a sua casa. Seguindo as ruas, lá chegou, felizmente ela ainda estava no local onde a deixou, mas encontrava-se desmoronada. Não encontrou ninguém. Quando entrou, só uma carta a dizer: “Bem-vindo a casa Hans, ouvi dos teus bons feitos, estás perdoado e tens o meu orgulho.”

            Hans sentia-se feliz quanto triste: desde que saiu de Vig, nunca foi perdoado pelo pai, e finalmente conseguiu, mas foi pena não lhe ter sido dito pessoalmente. Ele voltou para a casa, onde pôde descansar em paz.

 

Raquel Costa, 8ºC

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«Durante seis dias, Hans sereno e consciente pareceu resistir.»

Durante três meses, Hans impaciente e consciente pareceu resistir. Mas não passava disso, resistir. Não melhorava o suficiente para conseguir sair da cama, nem piorava ao ponto da sua existência não passar de uma memória que todos queriam esquecer.

Depois de tanto tempo deitado naquela cama, preso no sítio a que deveria chamar de casa, Hans, mesmo tendo sempre presente a família que criou e cuidou, sentia-se sozinho, de certa forma vazio, e não conseguia evitar repensar todas as decisões que tomou ao longo da sua vida, desde se o seu último negócio tinha sido bom, até ao dia em que tudo mudou, o dia que fugiu de Vig.

Estava num barco, rente ao maravilhamento que era o oceano, com o vento a bater-lhe no rosto, fazendo esvoaçar o seu cabelo agora com cor, Hans tinha a certeza de que nada disto era real, que era tudo na sua imaginação, mas sabia tão bem que decidiu aproveitar como nunca tinha aproveitado, sentir como nunca tinha sentido, antes que fosse demasiado tarde.

Sentiu alguém a aproximar-se, não precisou de se virar para saber quem era, podia reconhecê-lo apenas pelo seu caminhar, apenas pela sua voz.

- Vieste...

«Sören!» disse esta palavra com tanta clareza, com tanto sentimento, que, por segundos, pareceu estar mesmo lá, não no barco, mas na sala onde Hans aguardava calmamente pela sua última folegada de ar.

Hans, logo virou a sua cabeça, afastando o seu olhar da imensidão do mar e focando-o no pai, de quem, mesmo estando lá à sua frente, sentia saudade e uma infinita vontade de se desculpar, de se explicar... Mas apenas uma pergunta saiu da sua boca.

- Aonde é que este barco me leva?

- Tu vieste... Vens finalmente para casa.

Lágrimas encheram os olhos de Hans e, nesse momento, ele soube a resposta à sua própria pergunta, pois como o seu pai disse, ele ia para casa... O barco guiava-o para Vig.

Leonor Silva 8ºD


   “Du



 Os alunos de PLNM elaboraram postais de Natal com mensagens em Português e na sua Língua Materna para oferecerem aos seus familiares.